terça-feira, 8 de dezembro de 2009


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sábado, 5 de dezembro de 2009

Eu tenho uma espécie de dever, o dever de sonhar,

de sonhar sempre,

pois sendo mais do que um espectador de mim mesmo,

eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso.

E assim me construo a ouro e sedas em salas supostas,

invento palco, cenário, para viver o meu sonho, entre luzes brandas

e músicas invisíveis.

( Fernando Pessoa )

sábado, 24 de outubro de 2009

CORPO É? ...

... o sol entrando pelas janelas ao som de uma música que me deixa leve e me remete ao campo, num espaço aberto com flores... isso, flores!!!

Respondendo:

ANTES...

... movimento, leve, lento, as vezes rápido, alto e baixo, saltitante ou rastejante. Mas, leve, tão leve que quase flutua, ao som do campo, em meio as flores, num indo e vindo como uma pluma, que no menor sopro de brisa sai pelo ar e vai prá cima, pro alto e no vácuo, vem ao chão, e cai pesado, esparramado... mas retoma, um pouco quebrado, desnorteado, dolorido se refaz.


DEPOIS...

... dor, cansaço, suor, moleza, tremedeira, riso, prazer, querer mais, som, vibração por todos os poros, felicidade, explosão, sede, tontura, uma série de sentidos, sentimentos, desejos, vontades ao mesmo tempo e um querer mais, bem maior do quê ANTES e ao fim uma tristeza, leve, mas gostosa por ter que parar todo movimento intencional e procurar voltar ao mesmo estado anterior, comodismo puro, sem gana e apenas repetindo, se repetindo e indo sem sentido num constante, vários instantes sem ninguém, ou melhor, sem aqueles, agora estes que dividem o seu corpo, seus sentimentos com os meus.


*Vai para aqueles que se permitiram dividir comigo duas manhãs de outubro em 2009, no FESTEJO.
**Este texto foi escrito em dois dias numa oficina de Corpo e Som durante o I Festival de Teatro de Joaçaba.

sábado, 10 de outubro de 2009

Mais tempo!

Pretendo voltar a ter ânimo prá escrever por aqui novamente!
Tá difícl nos últimos tempos. Muitos acontecimentos neste longo período que tenho andado distante, mas continuo lendo (sempre que posso) meus colegas, blogueiros! Tá Galego!!?
Não tenho seu dom, nem sua gana louca em escrever, escrever, escrever...
Quem sabe um dia terei meu próprio mapa!
Por enquanto são apenas palavras. Bjão a todos que passam por aqui, de repente!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Tô cansada de ser "boazinha" .
Quero encher a boca prá falar um belo palavrão! Sem culpa.
Aprendi com minha avó apenas gostar de quem gosta de mim.
E mesmo assim abra exceções ...

Preciso de tempo pra mim. Prá minha família. Pras coisa que eu gosto.
Quero sair daqui. Deixar o país! Isso. Vou prá Zawatanel!

sábado, 23 de maio de 2009

YOU'VE GOT A FRIEND

When you're down and troubled
And you need some loving care
And nothing, oh nothing is going right.
Close your eyes and think of me
And soon I will be there
To brighten up even your darkest nights

You just call out my name, and you know wherever I am
I'll come running to see you again
Winter, spring, summer, or fall,
All you got to do is call
And I'll be there, yes I will
You've got a friend.

If the sky above you
Should turn dark and full of clouds
And that old north wind should begin to blow
Keep your head together and call my name out loud now
And soon I'll be knocking upon your door.

You just call out my name, and you know wherever I am
I'll come running to see you again
Winter, spring, summer or fall
All you got to do is call
And I'll be there, yeah, yeah, yeah.

Hey, ain't it good to know that you've got a friend?
When people can be so cold
They'll hurt you and desert you.
They'll take your soul if you let them.
Oh yeah, but don't you let them.

You just call out my name and you know wherever I am
I'll come running to see you againWinter, spring, summer or fall,
Hey now, all you've got to do is call.
And I'll be there, yes I will.
You've got a friend.
You've got a friend

You've got a friend.
You've got a friend.


Composição: James Taylor & Carole King

quinta-feira, 14 de maio de 2009

... em 1992...

Ah, se já perdemos a noção da hora Se juntos já jogamos tudo fora Me conta agora como hei de partir Ah, se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios Rompi com o mundo, queimei meus navios Me diz pra onde é que inda posso ir Se nós, nas travessuras das noites eternas Já confundimos tanto as nossas pernas Diz com que pernas eu devo seguirSe entornaste a nossa sorte pelo chão Se na bagunça do teu coração Meu sangue errou de veia e se perdeu Como, se na desordem do armário embutido Meu paletó enlaça o teu vestido E o meu sapato inda pisa no teu Como, se nos amamos feito dois pagãos Teus seios inda estão nas minhas mãos Me explica com que cara eu vou sair Não, acho que estás te fazendo de tonta Te dei meus olhos pra tomares conta Agora conta como hei de partir Ah!...


Eu Te Amo
(Tom Jobim - Chico Buarque)


... numa folha de caderno ele escreveu e desenhou à lápis e num momento de coragem me deu!